A Herdade do Rocim anuncia o lançamento da nova colheita do Grande Rocim, o vinho ícone da Herdade, que chega agora ao mercado com uma nova garrafa — mais leve, mais elegante e alinhada com a visão contemporânea que a empresa tem vindo a consolidar. Símbolo maior de afirmação e origem, o Grande Rocim surge com imagem renovada que traduz coerência, sustentabilidade e maturidade estratégica. A nova garrafa é mais leve, reduzindo o impacto ambiental, e apresenta uma estética minimalista onde a assinatura “Rocim” surge serigrafada diretamente no vidro, acompanhando a nova identidade visual da marca, lançada em 2025.
Uma evolução que reforça um princípio essencial: o valor está no vinho e na sua origem. Com um PVP recomendado de 80€, o Grande Rocim posiciona-se no segmento premium, reflexo de uma produção limitada, proveniente de uma vinha única, com processo artesanal e estágio prolongado.
“É produzido a partir de uma única vinha selecionada pela sua capacidade de traduzir com precisão um lugar específico. Não resulta de lote, nem de uma interpretação alargada da propriedade, mas sim da leitura fiel de uma parcela singular, sendo apenas produzido em anos em que a vindima atinge um nível de excelência. Assume-se, assim, como um vinho de origem e de tempo”, afirma Pedro Ribeiro, CEO e enólogo do Rocim.
Produzido exclusivamente a partir da casta Alicante Bouschet, escolhida pela sua adaptação ao clima do Alentejo, estrutura, concentração e elevado potencial de envelhecimento, o Grande Rocim mantém um processo de vinificação exigente: vindima manual com seleção rigorosa da uva, fermentação em lagar de pedra com pisa a pé e estágio prolongado em barricas de 500 litros de carvalho francês.
“Trabalhar uma única vinha e uma única casta implica elevada exigência técnica, uma vez que não existe possibilidade de correção por lote. O resultado depende exclusivamente do equilíbrio natural da uva e da precisão enológica”, reforça Pedro Ribeiro.
Com potencial de envelhecimento superior a 20 anos, o Grande Rocim afirma-se como um vinho de guarda, evoluindo para maior complexidade aromática e taninos mais polidos ao longo do tempo. Deve ser servido entre 14 e 16ºC e, quando jovem, beneficia de decantação. A sua vocação gastronómica é evidente, harmonizando com pratos de maior intensidade como borrego assado, carnes maturadas, caça ou queijos curados.
Mais do que uma nova colheita, este lançamento representa a consolidação de uma visão: um Alentejo mais preciso, elegante e fiel à sua origem.
