Das talhas de barro do Alentejo, até às adegas históricas de Azeitão, sem esquecer o restaurante Wine Corner, a José Maria da Fonseca transforma-se num destino de referência para quem procura mais do que uma simples prova de vinhos.
A José Maria da Fonseca registou um crescimento de cerca de 40% na faturação da área de enoturismo e eventos nos últimos cinco anos, num período em que o número de visitantes também aumentou de forma expressiva nos seus dois polos, a Casa-Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão, e a Adega José de Sousa, em Reguengos de Monsaraz. A evolução reflete a recuperação da procura no pós-pandemia, o aumento do valor médio por visitante e uma maior adesão a experiências premium, eventos e compras em loja.
O enoturismo tem hoje um papel central na estratégia da José Maria da Fonseca, tanto pela receita direta que gera como pelo contributo para a notoriedade, fidelização e valorização das marcas junto do consumidor final, afirmando-se como um canal de elevado valor acrescentado dentro da estratégia global do grupo.
“Nos últimos anos, o enoturismo tem assumido um peso cada vez mais relevante na estratégia da José Maria da Fonseca, pela capacidade de aproximar a marca dos consumidores e de valorizar a experiência em torno dos nossos vinhos. O crescimento que temos registado confirma essa tendência e reforça a nossa ambição de continuar a investir numa oferta diferenciadora, com qualidade e autenticidade”, afirma Sofia Soares Franco, responsável pela comunicação institucional, enoturismo e eventos da José Maria da Fonseca.
Atualmente, os visitantes internacionais representam 80% do total de visitantes do enoturismo da José Maria da Fonseca. Entre os mercados mais relevantes estão os Estados Unidos da América, o Brasil, o Reino Unido, França e Canadá/Alemanha.
Na Casa-Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão, a oferta inclui visitas, provas comentadas de várias gamas, workshops, experiências premium e privadas, eventos vínicos, particulares e corporativos, além do restaurante Wine Corner by José Maria da Fonseca. Já na Adega José de Sousa, em Reguengos de Monsaraz, os visitantes podem conhecer uma das adegas históricas da região, onde se preserva o método ancestral de vinificação em talha, com 114 talhas de barro, para além de provas de vinhos e experiências ligadas ao património vitivinícola local.
A área de eventos tem também ganho expressão no posicionamento da empresa, só em 2025, a Casa-Museu recebeu mais de 60 eventos, que impactaram mais de 3000 pessoas. Entre as novidades para 2026 está o “Jardim de Inverno”, um novo espaço preparado para acolhercasamentos, celebrações particulares, reuniões corporativas e galas.
A empresa pretende continuar a reforçar esta área em 2026, com foco no crescimento dos dois polos, no aumento do valor médio por experiência, no reforço da procura internacional e no lançamento de novas propostas. A médio prazo, a ambição passa por consolidar a José Maria da Fonseca como uma referência nacional no enoturismo e nos eventos.