Há muitas formas de conhecer o Douro. Pela estrada, pelo rio ou através de um copode vinho. Na Lavradores de Feitoria, o convite é diferente: descobrir a região através de quem a trabalha todos os dias para um DOURO COLETIVO, criado em 2000, partindo da diversidade, da associação e da colaboração para fazer melhores vinhos, juntos.
Nascida da união de produtores durienses, a Lavradores de Feitoria representa um dos projetos mais singulares do panorama vitivinícola português. Na adega moderna, no meio de umas vinhas, em Sabrosa, é possível desfrutar de experiências que vão muito além da prova de vinhos: um percurso pelo território,pela cultura e pelas pessoas que moldam uma das mais emblemáticas regiões vitivinícolas do mundo.
Pode começar por uma visita guiada à adega, com prova de vinhos. A partir de 17€, pode provar três vinhos do portfolio da Lavradores de Feitoria. À medida que as referências sobem em complexidade, os preços acompanham – até aos 80€, com prova de quatro topos de gama da marca: Meruge branco e tinto, Três Bagos Grande Escolha, e Três Bagos Grande Escolha Estágio Prolongado.
A visita guiada à adega também pode ser privada – nesse caso, o preço fica nos 125€ (por pessoa), com prova dos quatro vinhos topos de gama.
Além das visitas guiadas e das provas de vinhos, também pode reservar o programa “Enólogo por um Dia”, uma experiência que convida a pôr as mãos na massa, participando em todo o processo completo de todas as etapas de criação de um vinho. Inclui visita guiada à vinha, à adega, à linha de engarrafamento e à sala de barricas, a prova e criação de lote, engarrafamento, arrolhamento, criação da imagem e rotulagem de uma garrafa que leva consigo para casa, no final; e uma prova de vinhos de três vinhas especiais: a Vinha de Meruge, Vinha de Sobreiro e Vinha da Quinta da Costa. A experiência, de 2h30 tem o valor de 200€ (por pessoa).
Em tempo de verão, nada melhor do que provar os vinhos mais frescos e gastronómicos. É o caso do Lavra Altitude rosé 2024. Das castas autóctones e vinhas com cerca de 20 anos das sub-regiões do Baixo Corgo, Cima Corgo e Douro Superior, é produzido com Touriga Franca e um blend de castas autóctones. Vinho, de perfil fresco e frutado, é um vinho assumidamente gastronómico, é um rosé com notas frutadas (morango, nuances de alperce, framboesa e cereja), de carácter jovem e elegante, perfeito para beber como aperitivo, ou para acompanhar uns enchidos, massas ou um salmão grelhado. Elegante e descomplicado, perfeitopara criar memórias.
Ou provar um vinho emblemático da Lavradores de Feitoria, o Três Bagos Sauvignon Blanc 2025. Este monocasta exprime os aromas frescos típicos da casta Sauvignon Blanc, com um perfil mineral e contido que os solos xistosos e a altitude das vinhas plantadas a mais de 420 metros lhe conferem. A sua acidez, conjugada com o estágio parcial em madeira (barricas de carvalho francês usado, durante 4 a 5 meses) dá-lhe estrutura e um grande potencial de guarda.
No nariz, é exuberante e fresco, bastante aromático. Tem notas de fruta tropical, e de fruta mais fresca (ananás e melão), complementadas por ligeiras notas vegetais, como espargos. Na boca, começa por ser fresco, saboroso, muito frutado. Tem boa acidez e notas que lhe conferem complexidade. Muito equilibrado, tem um bom e persistente final de boca.
São tudo bons pretextos para ir ao Douro, respirar os ares e a beleza daquela paisagem que é património da Humanidade.
