Os novos Vinho de Talha Branco e Vinho de Talha Tinto dão continuidade ao legado do emblemático Herdade do Rocim Clay Aged, reafirmando o compromisso da marca com uma das mais antigas tradições vínicas portuguesas.
Num tempo em que os consumidores procuram cada vez mais a origem, o território e experiências com significado, a Rocim apresenta duas referências que representam a evolução natural de um projeto que ajudou a afirmar o Vinho de Talha contemporâneo em Portugal, respondendo ao aumento do interesse por vinhos de maior expressão artesanal, por práticas mais naturais e por produtos de identidade.
Mais do que um novo lançamento, estes vinhos dão continuidade a um percurso iniciado com o marcante Herdade do Rocim Clay Aged, mantendo intacta a filosofia que sempre esteve na sua origem: respeitar a tradição da Vidigueira, valorizando o barro como elemento central da vinificação e da identidade do vinho. Para a Herdade do Rocim, fazer vinho de talha no século XXI é muito mais do que preservar uma técnica ancestral. É demonstrar que algumas tradições permanecem vivas porque continuam a responder às inquietações do presente.
O novo Vinho de Talha da Herdade do Rocim nasce de uma leitura fiel da tradição da Vidigueira. Produzido a partir de castas autóctones, fermenta em talhas de barro segundo o método ancestral, com maceração prolongada das películas até ao dia de São Martinho, a 11 de novembro, momento simbólico e técnico que define o seu perfil estrutural.
Após essa data, o vinho é separado das massas sólidas e transferido para talhas de barro fechadas, onde o estágio continua durante vários meses, beneficiando da micro-oxigenação natural do barro. Neste gesto de continuidade, o vinho assume-se como herdeiro conceptual do antigo Herdade do Rocim Clay Aged. Trata-se de um vinho integralmente fermentado e estagiado em barro, resultando num perfil puro, preciso e profundamente ligado ao território.
“O vinho de talha ensina-nos precisamente aquilo de que hoje sentimos mais falta: tempo. Tempo para esperar, para compreender a natureza e para respeitar os seus ritmos. Num mundo cada vez mais acelerado, acreditamos que esta forma de fazer vinho responde ao desejo crescente de genuinidade, de origem e de experiências verdadeiras”, afirma Pedro Ribeiro, enólogo e CEO do Rocim.
Ao longo dos últimos anos, o Vinho de Talha deixou de ser apenas uma expressão da tradição do Alentejo para conquistar uma nova geração de consumidores, dentro e fora de Portugal, atraídos pela pureza dos processos, pela mínima manipulação e pela ligação profunda ao território.
“Hoje, o consumidor não procura apenas um bom vinho. Quer conhecer quem o produz, compreender a paisagem onde nasce e descobrir a história que existe por detrás de cada garrafa. O Vinho de Talha oferece exatamente essa ligação entre património, território e identidade, que percebemos a cada edição do Amphora Wine Day que concretizamos”.
