Depois de ter sido eleita, este ano, como “Produtor do Ano” nos FIJEV Awards, a duriense Quinta das Carvalhas volta a destacar-se, agora nos prémios Best of Wine Tourism, concurso da rede internacional Great Wine Capitals, que distingue o enoturismo que prima pela qualidade de infraestruturas e serviços; inovação; sustentabilidade e capacidade de proporcionar experiências memoráveis. Pertença da Real Companhia Velha, esta propriedade venceu na categoria “Arquitetura e Paisagem” – que distingue sítios e edifícios com elementos arquitetónicos especiais ou que enaltecem as suas envolventes paisagísticas – com a Casa Redonda, edifício emblemático pela sua localização, tipologia de construção e espaço, por excelência, para provas especiais e almoços, aos quais se juntam outras experiências enoturísticas.
Em 2021, a Quinta das Carvalhas já havia sido distinguida na categoria “Serviço de Enoturismo”, e, em 2020, fora a vez do Museu da 1.ª Demarcação, integrado no centro de visitas 17.56 Museu & Enoteca da Real Companhia Velha, vencer em “Arte e Cultura”. A empresa mais antiga do país torna-se assim tricampeã nestes prémios.
Para Tiago Silva Reis, como Diretor-Executivo da Real Companhia Velha – mas acima de tudo como um dos elementos da terceira geração da família na empresa – é uma enorme satisfação ver a Casa Redonda reconhecida. Este foi um edifício construído nos anos 60 do século passado e idealizado pelo seu avô Manuelda Silva Reis, que era um visionário e um homem muito à frente para o seu tempo. “O meu avô estaria bastante orgulhoso, acima de tudo pela qualificação que temos imprimido a esta infraestrutura, a fim de a abrirmos ao Douro e aos seus visitantes, proporcionando-lhes uma experiência sem dúvida irrepetível no mundo. Esta distinção valoriza não apenas um espaço singular da Quinta das Carvalhas, mas também o investimento contínuo da Companhia numa oferta de enoturismo integrada, onde vinho, património, arquitetura e paisagem se encontram de forma autêntica”, afirma.
Apaixonado pela Quinta das Carvalhas, Álvaro Martinho Lopes sente-a como uma segunda casa, sendo seu guardião e embaixador há quase 30 anos. O Diretor-Técnico desta propriedade admite ser “com orgulho e grande sentido de responsabilidade que na Quinta das Carvalhas recebemos este prémio. Há mais de 15 anos que trabalhamos na edificação e requalificação dos espaços comuns da Quinta com vista a proporcionar experiências únicas de enoturismo, nesta que é uma das mais espetaculares e emblemáticas quintas do Douro”.
Para José Ferreira de Sá, Diretor de Hospitality e Enoturismo da Real Companhia Velha e quem subiu ao palco para receber o prémio, “é uma enorme honra receber esta distinção. É um reconhecimento que começa precisamente na paisagem. Situada no topo da Quinta das Carvalhas, a 500 metros de altitude e com uma posição privilegiada, que permite uma vista de 360º, a Casa Redonda foi desenhada para servir o seu enquadramento natural. Nada na Casa Redonda compete com a paisagem, tudo a procura servir, sendo muito especial ver essa filosofia reconhecida. Quando alguém caminha entre vinhas centenárias, prova um vinho no lugar onde este nasceu e percebe os 270 anos de história que estão por trás de cada garrafa, compreende a Real Companhia Velha de uma forma que nenhum outro meio consegue. Este prémio é de toda a equipa e é, acima de tudo, um compromisso para continuarmos a fazer melhor”.
