Situado numa das margens do rio Douro, com uma vista privilegiada sobre a cidade do Porto, o restaurante Cais-me Bem abre portas à comida portuguesa, de conforto e para partilhar em família ou entre amigos. O Chef Ricardo Cardoso é responsável por uma carta versátil, com opções vegetarianas, e onde os ingredientes nacionais são trabalhados com criatividade.
“Uma cozinha sem truques e sem segredos, bem portuguesa e cheia de sabor”, é assim que o Chef Ricardo Cardoso caracteriza a oferta gastronómica do novo restaurante Cais-me Bem. Localizado na zona ribeirinha de Vila Nova de Gaia, com uma vista privilegiada sobre o Douro, o espaço combina uma decoração colorida, repleta de padrões, tecidos e diferentes texturas com receitas tradicionais portuguesas, trabalhadas com criatividade e técnicas atuais.
É num ambiente acolhedor, luminoso e confortável, onde grupos, famílias e crianças são bem-vindas, que o Chef Ricardo Cardoso despe toda a formalidade da gastronomia e, apostando em ingredientes nacionais e sazonais, proporciona uma experiência que privilegia a partilha e uma degustação sem pressas.
Para abrir as hostilidades no Cais-me Bem, o destaque vai para o ovo dourado, cozinhado a baixa temperatura e servido com alheira de Mirandela, cogumelos repolgas, originais de Trás-os-Montes, salteados, couve portuguesa glaceada num caldo de legumes e manteiga e massa kataifi (11€).
Nas opções mais tradicionais, não faltam as pataniscas de camarão e pimentos com maionese de salsa(13€), os bolinhos de bacalhau com beurre blanc e coentros (11€) ou as gambas selvagens ao alho, com coentros frescos e tostas de azeite e tomilho (14€). Já as escolhas vegetarianas começam no creme de beterraba com grão-de-bico e tostas (12€) no queijo de cabra com pinhões ou na couve-flor assada, apresentada em várias texturas, com avelãs (9€).
Nos pratos dedicados aos sabores do mar reinam o tentáculo de polvo no forno com cassoulet de marisco, uma espécie de feijoada com polvo, gambas e mexilhões (26€) e um bacalhau à Brás com azeitonas desidratadas, batata frita palha e gema de ovo curada (19€). As sugestões para partilhar variam entre acaldeirada de corvina, raia e lingueirão e arroz caldoso (26€) e o arroz carolino do Mondego com robalo, algas cabelo de velha e alface do mar e amêijoas (42€).
Os sabores mais terrosos chegam à mesa à boleia do famoso frango piri-piri, com batata frita e salada (22€) ou da suculenta bochecha de porco com milho, farrapo velho de alheira e fricassé de cogumelos (24€). As escolhas para partilhar balançam entre a paletilha de cordeiro assada a baixa temperatura, servida com arroz de forno, batata a murro e grelos salteados (55€) e o ribeye com cremoso de batata (48€).
Os adeptos do vegetarianismo terão uma oferta generosa no Cais-me Bem, composta por pratos como otagliatelle verde, com repolgas, molho de trufa e amêndoas (16€), o tomate em tatin com crème fraîche(14€), e acompanhamentos variados e nutritivos que vão do puré de cenoura às folhas do campo, passando pelos cogumelos do bosque com tomilho seco ou as batatas rústicas.
A dose certa de gula recheia a carta de sobremesas, repleta de sugestões como a le feuilletine, um doce crocante que junta avelã, chocolate e banana da Madeira (10€), a tartelete de limão, toranja e manjericão sem glúten (9€) ou uma receita arrojada, intitulada ‘rota das ilhas’ que incorpora polpa de abacaxi, texturas de coco e aroma de aguardente (8€).
Para harmonizar cada refeição, a carta de vinhos, desenhada por Luís Marinho, o Mestre Rolha do Cais-me Bem – uma espécie de sommelier mais descontraído e próximo do cliente – aposta em verdadeiros clássicos e descobertas, referências de pequenos produtores e rótulos de baixa intervenção, do Minho à Bairrada, de Trás-os-Montes ao Douro.
